quinta-feira, 21 de maio de 2015

Portu-ingRês. Ou: O Google cagou o blog


Amigos leitores do Coluna Blues Rock,


Alguns notaram que em algumas publicações há termos como "Blues" que estão traduzidos no sentido literal, no caso, "Azuis". Após um imenso de trabalho de tradução para transformar em um blog bilíngue, o Google modificou automaticamente os textos sem a minha autorização. Infelizmente, o blog estará suscetível à essa trapalhada cibernética. A todos, peço desculpas. 

domingo, 5 de abril de 2015

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Kiko Loureiro: novo guitarrista do Megadeth. E o Brasil com isso?


Por Roberto Muñoz

Trinta anos depois, a galera roqueira que curte heavy metal desde o seu nascedouro, nos anos 80, pode festejar em altos brados: “A vitória tarda, mas não falha!” Como assim? Só quem foi fã de heavy metal nesta década no Brasil sabe o quanto a mídia local denegriu o gênero musical. Mídia que inventou até um nome para rotular os adeptos do rock pesado: “metaleiro”...

Eu me lembro, eu fui no primeiro “Rock in Rio”, eu via as pessoas nos olhando com cara de deboche, sarcásticos, isto quando não eram agressivos. Eu me lembro das incontáveis vezes que a polícia via um cabeludo na rua e já botava na parede. Hoje, isto pode parecer estranho, já que está tudo massificado, tempo onde basta usar uma guitarra e ter mil tatuagens que a banda é considerada “rock”. Mas na época, anos 80, tinha que ser muito macho pra ser roqueiro.

O primeiro “Rock in Rio” teve a nata do heavy mundial – claro, faltou o Def Leppard, mas o Whitesnake deu conta do recado. Por outro lado, cabe a dúvida: como um festival de Rock tem como atração alguém que participou da passeata contra a guitarra elétrica nos anos 60 como o sr Gilberto Gil? Vergonhoso assistir o sr Herbert Vianna ridicularizar no palco, ou em entrevistas, o heavy metal e os seus fãs. Assombroso assistir na TV os repórteres da Rede Globo visitando a casa de um “metaleiro” para o público ver como era. Ou seja, nos transformaram em ETs de cabelos compridos. A imprensa nativa, com pouquíssimo conhecimento de causa, alertava o público para as loucuras demoníacas de Ozzy Osbourne, do Iron Maiden. A gente assistia aquilo e não acreditava.

Na verdade, o heavy metal foi o grande diferencial dos anos 80 no mundo. Isso era novo! Isso era radical! E no Brasil o pessoal da área estava ligado, e tentava fazer a sua parte, apesar das enormes dificuldades. Existiam várias bandas competentes – Overdose, Azul Limão, Dorsal Atlântica, Taurus, Astaroth, Valhala, Zona Abissal, entre muitos outras. Não, o Sepultura não era o bolo da cereja, afinal, Motorhead e Slayer já tinham elevado ao máximo tal possibilidade no estilo. Mas a juventude brasileira não quis saber da legítima virilidade musical do heavy metal, e preferiu a Blitz e o estilo de vida “Menino do Rio”, filme nativo de 1981. Aí foram enfraquecidas todas as possibilidades do heavy ter espaço no cenário brasileiro. Espaço, vale
lembrar, sempre aberto para o samba, entretanto, quase nunca para o blues, para citar outro tipo de música absurdamente deixada de lado nos trópicos.

A vitória de Kiko Loureiro é a vitória de toda uma geração, roqueira, fiel às bandas preferidas, e que dava o sangue para existir de maneira honrada, mesmo que para isso tivesse que ficar na clandestinidade. Após o cinismo dos anos 90, onde Oasis, U2 e Red Hot Chili Peppers eram consideradas bandas de rock e quando o Metallica mostrou-se um equívoco, nos defrontamos no novo século com a desintegração do rock, fato escancarado com maestria no último “Festival Lollapalooza” ocorrido no final do mês passado no Brasil. Mas a galera heavy nada tem a com este tipo de coisas. Long Live Heavy Metal!

Roberto Muñoz, escritor.
http://robertomunoz.blogspot.com.br

sábado, 28 de março de 2015

Fiz um cocô mole com pedacinhos de milho



A televisão estava ligada, imperava aquela leseira pós-almoço de sábado, nada para fazer. Quando me toquei, minha cueca estava toda borrada de cocô, daqueles com pedacinho de milho, meio líquido  que escorre caldinho pela perna. O cheiro azedo chegou até a esposa, que rapidamente veio me acudir. Afinal, ela foi a responsável pela refeição e, como é gestante, havia o medo dela sofrer dessa infelicidade súbita.

A salada era fresca e a torta de frango, ainda que congelada, estava na validade. Um sussurro desafinado, na verdade, mais parecido com um cabrito sob tortura. Claro! A origem daquele revertério intestinal era da televisão, o Multishow transmitia o Lollapalooza e a tal Banda do Mar entoava seus mantras paumolengas. Maldito Marcelo Camelo e o LooserManos way of life.

O sempre ácido Régis Tadeu, crítico musical dos bons, escreveu há um tempo o quanto devastador a banda carioca fora para o rock nacional. Ele tem toda razão. Se Ana Júlia já era um chiclete sabor atum, o que veio depois foi uma pretensiosa ideia de que meia dúzia de páginas mal lidas acrescentadas a Beatles resultaria em um rock avan-garde.

Pobre Los Hermanos e seus fãs acéfalos. Uma bandinha abaixo da mediocridade, com toques de uma intelectualidade fundo de quintal e de uma estética metida (e iludida) a vintage. Bobo, sem tesão. Nesse mise-en-scène, apareceu uma menina de quinze anos, uma galetinha sem voz, inexpressiva (coerentemente prestando honrarias à Joan Baez, uma verdadeira MALA!). Logo incorporada ao marasmo artístico, vestimentas na tendência cool e guitarra a mão com cara de plástico. Senhoras e senhores, Mallu Magalhaães, aquela que parece com o nada e lembra ninguém.

Porra, o que é essa Banda do Mar senão a prova incontestável de que o rock nacional precisa urgentemente de uma cartela de Viagra direto na veia?

"Eles não têm nenhuma presença de palco", disse minha esposa. Ela foi bem bondosa, eles não têm presença de palco, não têm sangue, não têm uma proposta musical. E, por favor!, não me venham com a retórica de boteco "a proposta é não ter proposta". Digo, a música deles é como um barco à deriva em um mar sem onda, sem vento, mas com um enjoo permanente. 

Esse estilo pau mole, meio blasé, meio intelectual é a semente que deu origem a frutos putrefatos, bandas que já nascem cansadas. Eis a prova, semana passada recebi um email com endereço "LosHermanosRevisitado", de um grupo novo. A tragédia non-sense abaixo:





Entende? A herança musical de Los Hermanos, Marcelo Camelo e "Banda da Praia" é toda uma geração de bandas que se considera os trovadores da cultura pós-moderna. Balela, tudo gosma da mesma punheta mal batida.

A Banda do Mar, e seu público mongolóide, é como um artista que em plena National Gallery de Londres expõe uma privada com doce de leite e pedaços de parafuso. O que é aquilo senão um grande lixo? Cocô sempre será cocô, mesmo em um país em que a Blitz é considerada rock.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Vídeo exclusivo: Entrevista Cristiano Crochemore


O Coluna Blues Rock traz uma entrevista com a maior revelação do blues-rock nacional, Cristiano Crochemore. O gaúcho radicado no Rio de janeiro fala sobre o início de carreira na banda Garotos da Rua, sobre os dois discos solo e o futuro da carreira. 

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Coluna Blues Rock brings an interview with the greatest brazilian blues-rock revelation, Cristiano Crochemore. The gaúcho who lives in Rio de Janeiro, talks about the early career in the band Garotos da Rua, about his two solo album and the future career.


#Cristiano Crochemore  #BluesRock  #FreemanBlues  #PlayItAgain





domingo, 21 de setembro de 2014

domingo, 14 de setembro de 2014

Vídeo exclusivo: Entrevista Sergio Hinds


Entrevista com uma figura histórica do rock nacional, Sergio Hinds, líder do O Terço. O músico fala sobre a cena musical brasileira nos anos 1969 e 1970, a formação da banda, sobre os melhores discos, a relação com Sá e Guarabira e muito mais. Lembrando que dia 2 de outubro Sergio Hinds se apresentará no Teatro Rival (Rio de Janeiro).

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Interview with Sergio Hinds, a legend rock/prog brazilian musician. He talks about the brazilian scene during the 60's and 70's, talks about the band, the greatest albuns and much more!


#ColunaBluesRock #SergioHinds #OTerço #Progrock #RockNacional #CriaturasDaNoite





segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Entrevista Mark Hummel


Representante legítimo do West Coast Blues, Influenciado pelo Clima Quente, Mark Hummel e Um dos Grandes gaitistas da atualidade. Tocou com Lowell Fulson, Charles Musselwhite, Charles Brown e muitos Outros. Fundou o blues sobreviventes e Recentemente ganhou hum grammy cabelo Seu Projeto Golden State. 

Ugo Medeiros - Como foi o Seu Primeiro Contato com a música? 

Ouça Hummel - Acho Que foi atraves dos filmes do Elvis. Começou com o Blues? Eu entrei na onda fazer azuis Por Causa de bandas de blues-rock Durante o ensino médio: Hendrix, Cream, Big Brother & amp; A Companhia Holding. Entao eu percebi Que o Nome do Willie Dixon estava EM VARIAS musicas. Discotecas Comprei ENTÃO fazer Dixon, Depois do Elmore James, Muddy, Sonny Boy, BB King, Brownie & amp; Sonny e vai por ai. Logo em SEGUIDA Parei de comprar e escutar rock / blues.

UM - O Seu som TEM Muito swing, ISSO Acontece Por Que rápido Você sempre escutou Músicos Como Charles Brown e Louis Jordan?

MH - FOI POR ISSO e also Porque em São Francisco / Oakland uma cena de Blues era Mais influenciada POR Charles Brown, Lowell Fulson, Jimmy McCracklin, Louis Jordan, Percy Mayfield, Guitar Slim, Ray Charles. Ou SEJA, artistas that tocavam o piano e guitarras com Instrumentos de sopro. A gaita NÃO aparecia tanto não há Costa Oeste dos azuis (azuis da Califórnia), especialmente nsa Clubes de Blues da periferia. Todos gostavam de Jr. Parker, Jimmy Reed, Sonny Boy Williamson & amp; Little Walter POIs o som estava DELES NAS rádios. Além de that, o publico Pará o qua não tocávamos inicio dos ano 70, em Clubes de blues de Negros, vinham de Louisiana e do Texas. Já ERAM FAS de blues. Rápido Você tinha that tocar musicas de todo Mundo do R & amp; B.

UM - O azuis Nasceu no Mississippi em Meio Ao racismo, com Aquele Sentimento de tristeza. Como o de blues se Tornou hum bom estilo Pará dançar e comemorar? 

MH - Sempre foi Uma Música para dançar, desde Que Haja "espeluncas" como PESSOAS dançarão com S azuis!

UM - rápido Você poderia explicar como Diferenças entre uma gaita diatônica eA cromática?

MH - São Dois Instrumentos Diferentes Como Duas Escalas Diferentes. A cromática TEM Todas As notas Por Causa fazer slide. Na diatônica rápido Você tem that dobrar como notas com a Língua Para Obter a Maior Parte das notas. Dois filhos Bastante Diferentes TAMBÉM.

UM - Você esta na estrada desde OS ano 1970 e Já Tocou com Grandes Nomes, Como Lowell Fulson, Brownie McGhee e Jimmy Rogers. Rápido Você poderia Falar Sobre ESSA Experiência?

MH - Eu aprendi in Lições de vida com Todos aqueles bluesmen das Antigas that toquei! ESSES caras viveram Muita Coisa na música. A Minha Geração e A Última a ter Aquela Experiência. Eu TAMBÉM toquei com Eddie Taylor, Luther Tucker, Charles Brown, Jimmy McCracklin. E gaitistas de Todos os vivos POS 1990, Como James Cotton, Charles Musselwhite (com quem de toquei em 1980), Carey Bell, Snooky Pryor, preguiçoso Lester & amp; Billy Boy Arnold (sos Dois, considero Bons Amigos), Sam Myers, etc. E, TAMBÉM, com boa Parte dos da Minha Geração: Rick Estrin, Rod Piazza, Paul Oscher, Kim Field, Bill Clarke, Magic Dick, Jerry Portnoy e Lee Oscar.

UM - rápido Você começou com o The Blues sobreviventes em 1977. Como rápido Você conheceu aqueles Músicos?

MH - Eu conheci o Johnny Sandifer, also Conhecido como Johnny Waters, em Oakland em nenhuma de Eli 1975. entao começamos com Waters e JJ Jones, batizamos de The Blues sobreviventes. O JJ Saiu Alguns meses e logotipo Entrou hum amigo do Johnny, Sonny Lane, Que assumiu a guitarra. O johnny also Mandava na guitarra, mas era ELE hum grandissimo vocalista de blues de Jackson (Mississippi). O Nós éramos um Única banda de Chicago azuis em Oakland Entre 1977 e 1981. Eu fiquei com o Nome da banda DEPOIS that they Sairam.

UM - No Começo da Carreira SUA o Charlie Musselwhite te ajudou de para Conseguir Alguns espetáculos, né? Rápido Você poderia Falar Sobre o Relacionamento com ELE? Rápido Você acha Que ELE É O Maior gaitista da atualidade?

MH - Certamente, ELE É O gaitista Mais populares fazer azuis na atualidade. Eu o conheci em 1978, ano meu Vizinho Tim Kuihatsu Tocou guitarra com o Charlie de Durante Alguns. Eu Posso ter Sido apresentado Pelo meu amigo Dave Earl? ISSO FOI há muitos anos, mas nsa tornamos amigos. Eventualmente, UNS marcaram mostra DELE COM A Minha banda Como Apoio, Por volta de 1984-1986. UE participei de varias Apresentações ASSIM de Diferentes artistas, Como Lowell, Brownie, Mexilhão, Eddie Taylor, Jimmy Rogers, etc. Eu trabalhava EM Pequenas Turnes COM ELES, era A Minha Oportunidade de tocar EM LUGARES MAIORES. Além, E claro, de trabalhar Há com Os Meus ídolos.

UM - rápido Você poderia Falar Sobre o Seu Outro Projeto, Golden State? Rápido Você toca com o pequeno Charlie Baty, Uma lenda fazer azuis ...

MH - E com o Anson Funderburgh, Outra lenda do texas, Mais o RW Grigsby e Wes Starr, com quem de eu toco desde o ensino médio em Roma (Geórgia). Sem sombra de Dúvidas, E A Melhor Banda de Blues por ai!

UM - rápido Você Participou fazer "Lembrando Little Walter", um excelente Tributo ao mestre da gaita. Como Nasceu este Projeto?

MH - Eu produzi, mixei e toquei no Projeto. Nomeados NOS fomos AO Grammy e ganhamos Dois azuis Music Awards em Memphis (disco Melhor de azuis e Melhor disco de Blues tradicionais). Eu ajudei a todos com a Seleção material de fazer, coloquei uma junta banda e arrumei o gravar parágrafo local (Anthology em San Diego, Califórnia). Eu sou um grandissimo fà fazer Little Walter. O Nós tínhamos Feito Antes Uma turnê de onze meses com uma banda eA Maior Parte dos Músicos do CD. NOS quisemos colocar nenhum disco Tudo O Que tivemos Durante a turnê, POIs foi divertido Muito. Curtis Salgado estava, originalmente, na turnê, mas Bruce Igulaur autorizou Que ELE APENAS gravasse Uma Faixa, POR ISSO substituímos o cabelo James Harman. O Curtis Ficou decepcionado, POIs ELE quería Muito ter participado das Gravações, principalmente DEPOIS da nomeação Ao Grammy!

UM - O Jazz TAMBÉM TEM Tradição na gaita, mas eu ACHO that S azuis permite MAIS solos. Rápido Você concorda?

MH - O Jazz TAMBÉM TEM tanto Espaço solo para, Mas Nenhuma azuis e Mais Associado Ao solo de gaita da. Antigamente, gaitistas Os Mais famosos ERAM fazer jazz, nos ano 1930 e 1940. O Little Walter foi o cara Que juntou o azuis eA gaita, amplificando-os.

UM - muitos NOS TEMOS Iniciantes No Blues de blog here Nesse. Voce poderia INDICAR OS discotecas Essenciais fazer azuis?

MH - Muddy Waters NA Época da Chess, Little Walter, Sonny Boy 1 (John Lee Williamson), Sonny Boy Williamson 2 (Rice Miller), BB King no Período da Corvo Registros UO da RPM, Lowell Fulson, Jimmy Reed, Otis Rush, Lonnie Johnson, Tampa vermelho, Big Bill Broonzy, Big Maceo, Elmore James, Earl Hooker, John Lee Hooker na Vee Jay Records, Charles Brown, Johnny Guitar Watson na RPM, Big Walter Horton, Johnny Shines.

UM - Atualmente, o Brasil TEM Uma Geração de azuis Bem interessante. Rápido Você concorda?

MH - Já Faz hum bom ritmo desde Que Eu fui aí, mas me parece Que É Um país com Muito Interesse Pela gaita.




***

Entrevista com Mark Hummel

Um representante real da West Coast Blues, influenciado pelo tempo quente, Mark Hummel é um dos maiores gaitistas de hoje. Ele tocou com Lowell Fulson, Charles Brown, Charles Musselwhite e muitos outros. Ele fundou The Blues sobreviventes e, recentemente, ganhou um Grammy por seu projeto Golden State.

Ugo Medeiros - Como foi seu primeiro contato com a música?

Mark HummelEu acho que Elvis nos filmes? Mais tarde, os Beatles. Ele implorando com os azuis? Entrei em azuis através rock / blues no ensino médio: Hendrix, Cream, Big Brother & amp; . Controladora  Então eu notei o nome de Willie Dixon em um monte de músicas comprei um LP por Dixon, em seguida, Elmore James, Muddy, Sonny Boy, BB King, Brownie & amp; Sonny & amp; assim por diante . Logo eu parei de comprar & amp; ouvindo rock / blues.

UM O seu som tinha um monte de swing, isso é porque você ouviu artistas como Charles Brown e Louis Jordan?

MHFoi mais que a influência na cena de blues do SF-Oakland foi muito mais influenciado por Charles Brown, Lowell Fulson, Jimmy McCracklin, Louis Jordan, Percy Mayfield, Guitar Slim, Ray Charles - todos mais piano, guitarra coisas com chifres. Harmonica não figura proeminente na West Coast Blues, especialmente no gueto clubes de blues. Mas todo mundo amou Jr. Parker, Jimmy Reed, Sonny Boy Williamson & amp; Little Walter  por causa de seus sucessos no rádio, mais a maioria das pessoas que tocamos no início dos anos 70 nos azuis pretas articulações eram de Louisiana & amp; Texas- por isso harpa tinha alguns fãs . Você tinha que tocar músicas de todos na R & amp; B!

UM blues nasceu em Mississippi no meio do racismo, com estes triste sentimento. Como azuis tornou-se um estilo que é ótimo para dançar e celebrar

MH - Era sempre dançar music- enquanto havia juke articulações pessoas dançaram ao blues!

UM - O senhor pode explicar as diferenças entre gaita diatônica e cromática?

MH - dois instrumentos diferentes, com duas escalas diferentes mais cromática tem todas as notas sobre ele por causa do slide. Em uma diatônica você tem que dobrar notas com a língua para obter a maior parte das notas. Dois sons muito diferentes também.

UM - Você está na estrada desde os anos 70 e tocou com grandes nomes, como Lowell Fulson, Brownie McGhee e Jimmy Rodgers. Você pode falar sobre a experiência?

MH - Eu aprendi lições de vida de todos os veteranos que joguei com! História da música tanto esses caras viveram. A minha geração é a última a ter essa experiência. Eu também tenho que jogar com Eddie Taylor, Luther Tucker, Charles Brown, Jimmy McCracklin & amp; cada grande ícone harpa vivo após 1990-Cotton, Musselwhite (que eu comecei trabalhando com em 1980), Carey Bell, Snooky Pryor, preguiçoso Lester & amp; Billy Boy Arnold (que eu tanto consideram bons amigos), Sam Myers, etcetera. Também a maioria dos contemporâneos-Estrin, Rod, Kim, Oscher, Delay, Bill Clarke, Magic Dick, Portnoy, Lee Oscar da minha geração.

UM - Você começou com The Blues sobreviventes em 1977. Você pode falar como você conheceu os músicos? 

MH - Eu conheci Johnny Sandifer aka Johnny Waters em Eli de em Oakland em 75, então começamos uma banda com Waters & amp; JJ Jones chamado The Blues sobreviventes. JJ sair um par de meses mais tarde, & amp; Amigo de Johnny Sonny pista assumiu a guitarra local- Johnny jogou boa guitarra também, mas era um cantor de blues de profundidade, a partir de Jackson, MS. Tivemos a única Chicago Blues Band em Oakland 1977-1981. Eu mantive o nome depois que seguiu em frente.

UM - No início, Chalie Musselwhite ajudou um pouco com alguns shows, certo? Você pode falar sobre seu relacionamento? Você acha que o seu harmónico # 1 nos dias de hoje?

MH - Ele é certamente um dos mais populares nos azuis agora. Eu conheci Musselwhite em 1978. Meu vizinho Tim Kuihatsu tocou guitarra com Charlie durante esses anos. I pode ter sido introduzida pelo meu amigo Dave Earl? É muito tempo atrás, mas nos tornamos amigos & amp; Eu finalmente começou reserva alguns shows para Charlie com a minha banda apoiá-lo em torno de 1984-1986. Eu fiz um monte de pacotes com diferentes artistas como Lowell, Brownie, Mexilhão, Eddie Taylor, Jimmy Rogers, etc. Gostaria de trabalhar passeios curtos com eles & amp; ele me pegou em lugares maiores & amp; a oportunidade de trabalhar com os meus ídolos.

UM - Você pode falar sobre o seu outro projeto, Golden State /? Você joga com Little Charlie Baty, um bluesman lendário ...

MH . - E Anson Funderburgh, outra lenda do Tx, mais RW Grigsby & amp; Wes Starr, que já tocam juntos desde o colégio, em Roma, GA. É, sem dúvida, os melhores Blues banda lá fora !!

UM - Você tinha participado em ~Remembering Pouco Walter~, um tributo ao mestre excelent gaita. Você poderia falar como o projeto nasceu?

MH - I produzido, misturado & amp; desempenhado no projeto. Fomos nomeados para um Grammy, ganhou dois azuis Music Awards, em Memphis (para Melhor CD & amp; azuis azuis CD tradicional). Ajudei todos seleto material, juntou a banda & amp; arranjado o local para gravá-la in- Anthology em San Diego, CA. Eu sou um grande fã de Little Walter & amp; havíamos feito um passeio 11 meses antes com a banda & amp; a maioria dos artistas sobre o cd. Nós ALL queria colocá-lo para fora em disco porque o passeio foi tão divertido. Curtis Salgado era originalmente sobre o passeio, mas Bruce Igulaur não deixou Curtis fazer o registro com mais de uma melodia por isso temos James Harman para substituir Curt. Curtis estava muito decepcionado que ele não era capaz de estar nele, especialmente quando obteve o assentimento Grammy !!

UM - Jazz tem também uma tradição na harmônica, mas acho que os azuis permite mais solos harmônicas. Você concorda?  

MH - Jazz tem apenas como muitas aberturas para solos de gaita de blues, mas está mais associada com harpa. Ao mesmo tempo gaitistas mais famosos eram caras jazz em 30s & amp; 40 anos. Little Walter é o cara que trouxe azuis & amp; harp juntos por sua amplificação.

UM - Nós temos um monte de azuis iniciantes neste blog. Que você possa indicar alguns Essencials discos de blues?

MH - Muddy Waters em Chess, Little Walter, Sonny Boy 1 (John Lee Williamson), Sonny Boy Williamson 2 (Rice Miller), BB King em Crown ou RPM, Lowell Fulson, Jimmy Reed, Otis Rush, Lonnie Johnson, Tampa Red, Bill Broonzy grande, Big Maceo, Elmore James, Earl Hooker, John Lee Hooker em Vee Jay, Charles Brown, Johnny Guitar Watson em RPM, grande Walter Horton, Johnny Shines, 

UM - Hoje em dia, o Brasil tem uma nova geração de blues interessado. Você concorda?

MH - Já faz um tempo desde que eu estive lá, mas parece ser um país interessado gaita muito azuis



sábado, 30 de agosto de 2014

Vídeo exclusivo: Entrevista Larry Williams


Ele teve formação em música clássica, teve uma banda de jazz-rock (Seawind), ama james Brown, foi pupilo do Quincy Jones, e produziu ninguém menos que Michael Jackson, ama a música brasileira e passou pelo Festival de Rio das Ostras integrando a banda de Al Jarreau. Senhoras e Senhores, Mr. Larry Williams!

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He has a classical music formation, had a jazz-rock (Seawind), loves James Brown, was a pupil of Quincy Jones, and produced none other than Michael Jackson. He loves Brazilian music and passed by Rio das Ostras Jazz & Blues Festival on Al Jarreau's band. Ladies and Gentlemen, Mr. Larry Williams!


#colunabluesrock #larrywilliams #jazz #classico #jazzrock #quincyjones #michaeljackson





quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Vídeo exclusivo: Entrevista Popa Chubby



Um bate-papo bem descontraído com o peso pesado do blues, Popa Chubby. O nova iorquino fala sobre as influências de Jimi Hendrix na sua vida, seu amor pelo punk e da época que foi roadie da banda Bad Brains, uma das mais importantes na história do punk-rock. IMPERDÍVEL!

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A very relaxed chat with the heavy weight of blues, Popa Chubby. The New Yorker talks about the influences of Jimi Hendrix on his life, his love for punk and  the season he was Bad Brains roadie, one of the most important in the history of punk rock. A must see!


#colunabluesrock #popachubby #NY #blues #punk #rock #punkblues


segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Vídeo exclusivo: Especial New Orleans



Documentário especial sobre a cultural da cidade de New Orleans e toda a região da Louisiana. Uma investigação musical sobre a segunda cidade que mais recebeu imigrantes nos Estados Unidos. A cidade em que nasceu o jazz, o zydeco, respira festa e tradição culinária. Um vídeo para alegrar a alma!

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Special documentary about the culture of New Orleans city and the entire region of Louisiana. A musical investigation into the second city that received the most immigrants in the United States. A city where jazz was born, the zydeco, breathes party and has a strong culinary tradition. A video to cheer your soul!

#colunabluesrock #zydeco #jazz #cajun #gumbo #rockindopsie #neworleans

sábado, 23 de agosto de 2014

Vídeo exclusivo: Entrevista Eric Gales


Ele foi o maior guitarrista dos anos 1990, irmão do falecido bluesman Little Jimmy King e é o favorito da família Hendrix. Sempre com uma Fender Stratocaster e uma pegada pesada, mas com bastante swing. Após quase dez anos sem vir ao Brasil, Eric Gales retorna e nos concede uma entrevista bem legal. 

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He was the greatest guitarist of the 1990s, brother of the deceased bluesman Little Jimmy King and the favorite of the Hendrix's family. Always with a Fender Stratocaster and a heavy sound, but with a lot swing. After almost ten years without coming to Brazil, Eric Gales returns and gives us a really cool interview.

#colunabluesrock  #ericgales #blues #rock #memphis #littlekimmyking


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quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Vídeo exclusivo: Entrevista Billy Cobham



O cara é uma lenda do rock, jazz e fusion, tocou com o Miles Davis e fundou o Mahavishnu Orchestra. E ainda é de uma simpatia ímpar! Billy Cobham em um depoimento histórico sobre o período com o Miles Davis, a parceria com George Duke, a passagem pelo Grateful Dead e a amizade com John McLaughlin. 

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He's a legend in rock, jazz and fusion, he played with Miles Davis and founded the Mahavishnu Orchestra. And he's still an excelent person with a lot of humor! Billy Cobham in an historical testimony about Miles Davis's period, the partnership with George Duke, the experience with Grateful Dead and his friendship with John McLaughlin.


#colunabluesrock #billycobham #fusion #jazz #rock

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terça-feira, 19 de agosto de 2014

Vídeo exclusivo: Entrevista Adriano Grineberg


Uma entrevista bem descontraída e cheia de good vibrations da brisa marítima em plena madrugada. O talentoso e boa praça Adriano Grineberg, uma das gratas revelações do blues, fala sobre a sua relação com a música, o início no blues e o seu novo projeto. Blues for África é uma bela homenagem ao continente africano, rico em sonoridades, e destaca-se como um dos álbuns mais originais dos últimos tempos. 

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An interview very relaxed and full of good vibrations of the sea breeze in the dead of night. The talented and sympathetic Grineberg Adriano, one of the good revelations of the brazilian blues, talks about his relationship with music, the beginning in the blues and his new project. Blues for Africa is a beautiful tribute to the African continent rich in sonorities, and stands out as one of the most original albums of recent times.

#ColunaBluesRock #AdrianoGrineberg #Blues #BluesForAfrica #HeGotsTalent


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domingo, 17 de agosto de 2014

Vídeo exclusivo: Entrevista Marcus Miller


Marcus Miller, uma lenda do jazz e produtor de mão cheia desde o final dos anos 1970. Trabalhou com o genial Miles Davis, com quem aprendeu a arte do fusion, e agora roda o mundo com seu o jazz carregado de funky. Uma honra trazer esse depoimento para este blog!

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Marcus Miller, a jazz legend and a handful producer since the late 1970s. He worked with the genius Miles Davis, with whom he learned the art of fusion, and now runs the world with his funky jazz. An honor to bring this testimony for my blog!


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#colunabluesrock #marcusmiller #jazz #funky #fusion





quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Vídeo exclusivo: Entrevista Larry McCray


Mais um vídeo exclusivo do Coluna Blues Rock, uma entrevista muito bacana com o guitarrista Larry McCray. Um bate-papo descontraído e animado sobre suas influências, preferências e a carreira. Nascido no Arkansas, se mudou para Detroit, tocou em Rio das Ostras e agora está aqui nesse blog! 

Prepare o coração, pois quem ama o blues terá uma síncope!


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Another exclusive video produced by Coluna Blues Rock, a very cool interview with guitarist Larry McCray. A relaxed and happy chat about his influences, preferences and career. He was born in Arkansas, moved to Detroit, played in Rio das Ostras and now he's here in this blog!

Prepare your heart, because those who love the blues will have a heart attack!


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#Blues #Bluesrock #LarryMcCray #ColunaBluesRock #ColunaBluesRockIsOnFire


terça-feira, 12 de agosto de 2014

Vídeo exclusivo: Entrevista Kid Andersen



Mais uma produção 100% independente do Coluna Blues Rock. Kid Andersen, o monstro norueguês que roubou toda a atenção no Rio das Ostras Jazz & Blues Festival. Uma entrevista bem descontraída e bem humorada!

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Another 100% independent's production by Coluna Blues Rock. Kid Andersen, the "norwegian phenomenon" who stole the attention in the last Rio das Ostras Jazz & Blues Festival. A very cool interview and at the end a very humorous punch!


#colunabluesrock #kid Andresen #blues #Noruega #EsseCaraÉumMonstro


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segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Vídeo exclusivo: Entrevista Carlos Malta


Dirigido, produzido e editado pelo Coluna Blues Rock. Um vídeo fantástico com Carlos Malta, um dos maiores pesquisadores da música de raiz brasileira (folk). Nessa "aula", o músico fala sobre as origens da música nordestina e suas diferenças com a música nortista e a relação música erudita/popular. E ao final, um pedacinho da apresentação no palco sagrado de Rio das Ostras!


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Directed, produced and edited by Coluna Blues Rock. A fantastic interview with one of the most original brazilian musicians. He investigates all the north and northeast brazilian folk music and talk about similarities and differences between them. Also a testimony about the relationship (or not) classic/popular. At the end a little bit of his music live Rio das Ostras Jazz & Blues Festival. 





quinta-feira, 31 de julho de 2014

Entrevista Jimmy D. Lane


Entrevista histórica. E Não É exagero! O Cara e Filho do lendário Jimmy Rodgers, escudeiro fiel de Muddy Waters, Howlin 'Wolf e Outros dinossauros, e Tocou com Eric Clapton, Lowell Fulson, BB King continua eA Lista. Começou a tocar causa por do Jimi Hendrix, e ESSA pegada pesada Bem rock'n'roll garantiu Um Lugar nenhum Chicago Blues Hall of Fame. Entendeu? Se Você gosta de azuis, um relato de Quem Esteve lá!

Ugo Medeiros - O Blues sempre Esteve no Seu DNA, rápido Você é filho do lendário Jimmy Rodgers. Como Crescer Tendo o azuis constantemente ao Lado Seu? Tipo, era compotas VER normais de na Sua Casa com Muddy Waters, Howlin 'Wolf e Outros? Naquela Época rápido Você escutava Mais de blues acústico UO elétrico?

Jimmy D. Pista - Éles nsa visitavam Bastante, mas, sinceramente, eu nao tinha ideia QUEM ELES ERAM, eu era APENAS Uma Criança, Só fui me dar Conta Bem DEPOIS. ELES faziam MUITAS compotas, (Howlin ') Wolf, Buddy Guy Juniror Wells e Outros apareciam. ELES variavam, conforme vezes tocavam acústico, Otras vezes elétrico.   

UM - Qual a Maior Lição Passada cabelo Seu pai?

JDL - Ser sincero Comigo MESMO e Sentir, de verdade, uma música. Se NÃO Sentir, Não o FAÇA. Ser íntegro, Estar Certo, Fazer Direito. Sobre música, Quando vivo, ELE Nunca me deu "aulas". Claro, eu sempre o via tocar, sempre escutava O Que ELE tocava o Máximo Possível. Eu tentava assimilar Ao Máximo, adaptando A Minha forma.

UM - Seu Pai DEVE Ter MUITAS te contado estórias. Rápido Você poderia nsa Contar Alguma Que tenha te MARCADO?

JDL - Sim, ELE me Contou Muita Coisa Que aconteceram nsa ano 1950 com ELE PROPRIO, (Muddy) Waters ... em Todos TEMOS estórias engraçadas, mas nenhuma Que tenha me MARCADO. 

UM - rápido Você Tocou com Muita gente boa, Como Eric Clapton, BB King e Lowell Fulson. Rápido Você poderia Falar Sobre essas Parcerias? Qual delas Mais te Marcou?

JDL - Eu tiva a honra de tocar com sos caras that rápido você mencionou. Muito FOI tocar legal com o Eric Clapton, Lowell Fulson, Jimmy Page, Johnnie Johnson e Outros. Eu Admiro e Respeito Todos enguias, sempre ouço e observo uma forma fazer Clapton tocarem e Fulson, eu vi Muito Johnnie Johnson. Na Verdade, escutei muitos Estilos e Músicos para buscar ideias na Minha forma de tocar uma guitarra. Todos sos caras gravaram com o meu pai, mas Acho Que Eu poderia Dizer Que o Clapton me Marcou Mais. Adorei gravar com Todos, mas desde Que Eu Decidi tocar guitarra escutava O Que ELE e Hendrix faziam. Cresci NUMA Casa rodeada de azuis, mas were that they que me despertaram. O Clapton Perde APENAS Para o meu pai. E, claro, Hendrix.

UM - rápido Você Nasceu em Chicago. Poucos Sabem, mas a Cidade TEM Muita Tradição nenhuma alma. O alma also te influenciou? Quais bandas rápido Você Mais escutava?

JDL - HOUVE UM grande boom de fazer alma em Chicago. Vieram uns caras Novos eA Chess [NE: Gravadora de azuis MAIS Importante Os da História] Semper COM o blues. Muita gente NÃO SABE, mas, não Início, Maurice White fazer Earth Wind & amp; Era Fogo Produtor na Chess. PODEMOS Dizer that um xadrez ajudou no nascimento do Earth Wind & amp; Fogo, LA Pelos ano 1970, hum pouco pingos Dessa onda alma. Claro, gosto muito de soul, SEJA de gravadoras de Chicago UO página Outros de Lugares, Como Motown (Detroit), Coisas de Memphis, Muscle Shoals (Alabama) Mas, o Blues sempre foi um Minha Maior Influência. 

UM - Eu Tenho o Seu disco É hora, encontrei em Uma Pequena Loja Aqui no Rio de Janeiro! E Um disco Bem pesado. Essa pegada pesada E a SUA marca UO foi Pela Presença fazer Double Trouble [NE: Chris Layton (bateria) e Tommy Shannon (Baixo), Dupla that acompanhava Stevie Ray Vaughan]?

JDL - Eu, de Fato, toco de blues com hum estilo Bem rock, Eu Não Diria Que foi Influência UMA fazer Double Trouble. Eu começei a tocar Muito pingos Por Causa fazer Jimi Hendrix, Clapton, Aquele som dos ano 1960. Eu Posso tocar acústico, Como Honeyboy Edwards, Jimmie Lee Robinson e Outros Cara Que Eu ajudei um Produzir NA APO Registros ( http: // loja. acousticsounds.com/l/459/APO_Records ). Eu Posso tocar Blues Acústico (delta blues), eu gosto, mas a minha vida E o elétrico, eu gosto do blues-rock. 

UM - Bem, rápido Você já falou, rápido Você começou Graças Ao Jimi Hendrix. Mas É Verdade Que foi APOS escutar Hey Joe nenhuma rádio? QUANTOS ano rápido você tinha? Rápido Você poderia Falar hum pouco Sobre o Hendrix na SUA vida?

JDL - Bem, eu fui pro Exército Porque o juiz me Mandou, me meti em encrenca (risos). Eu nao tinha Terminado o ensino médio. Tinha acabado de voltar do Exército, tinha uns 21 anos, Já tinha escutado Anjo Anos pingos, mas estava Decidindo O Que Fazer da Minha Vida. Coloquei Os Meus fones e FUI escutar musica, Pensar NAS Coisas. FOI QUANDO escutei Hey Joe , como nunca havia escutado. Eu Tinha $ 63 Dólares e fui parágrafo Uma Casa de penhor, Aquela MESMO Que foi gravada uma Sequência fazer Ray Charles não Filme Blues Brothers . Comprei Uma guitarra, na Verdade paguei 59 dólares! Aquela música me Tocou, ELA me Levou a comprar um Minha Primeira guitarra. He foi Muito Importante, como Coisas que ELE tocava, principalmente, como Que ELE NÃO tocava, O Espaço Entre ELAS! Vocais OS, as letras ... Sim, portanto, E UMA estória Verdadeira! 

UM - No Início Você Não tocava com Stratocaster. Como foi ESSA Transição? Modificou o Seu som?

JDL - Na Verdade, eu sempre fui um cara de Stratocaster. Eu ATÉ gosto de Gibson, mas prefiro uma Stratocaster. Nunca Quis página Outros filhos de Otras guitarras. 

UM - rápido Você foi Indicado AO azuis Hall of Fame, poucos para- Uma Honra. Seu pai sentiria Muito Orgulho ...

JDL - Eu fiquei Muito honrado e Orgulho, como PESSOAS me colocaram nenhuma Chicago Hall of Fame! Eu sou muito grato. Tenho Certeza Que ELE ESTÁ Muito orgulhoso. Tento Fazer Como ELE me ensinou, Como Muita sinceridade, da forma correta. Eu SINTO Que ELE ESTÁ olhando e espero Que eu esteja deixando-o Muito orgulhoso (risos). Assim Como a Minha Mãe.

UM - Quais os discos de Blues Mais IMPORTANTES na SUA vida?

JDL - Acho Que Jimmy Rushing, Chicago encadernado , como Gravações da Chess fazer Muddy Waters, Little Walter, Tudo fazer Hendrix, Disraeli Engrenagens fazer Cream, Anthology não Skip James, Tudo fazer Hownlin 'Wolf com o Hubert Sumlin e Albert King. Tudo Desses caras foi Muito Importante pra mim.

UM - Quais os cobre Que Nunca PODEM faltar NAS SUAS Apresentações?

JDL - Depende Muito fazer Público (risos), conforme vezes TEM Gente que prefere azuis lentas, Otras vezes Algo Mais agitado e AINDA TEM dias que faço hum misturam. Eu nao OSU hum setlist Padrão, POIs tento Ser Bem Flexível.

UM - Atualmente o hip-hop LiderA A Indústria musical. Rápido Você acha Possível Que o americano PODE Esquecer o Blues em Alguns ano?

JDL - Não Acho that they Vão Esquecer, mas Acredito Que ELE vai se Transformar em algo diferente. Eu nao SINTO / faço o azuis Como o meu pai, Buddy Guy OU Robert Johnson, POIs aqueles caras tinham Tipos de vida Bem Diferente. Eu Nunca colhi Algodão, portanto Não Sei o Que era ter Alguém me vigiando. ELES sabiam Disso. Eu Tinha hum Emprego, mas nada Como o DELES. Aquele era Difícil ritmo algo DELES. Como PESSOAS das Novas Gerações NÃO Sabem O Que era Sentimento Aquele, Eu Não sei. Sempre ouviremos o azuis e aquelas Interpretações, mas tocaremos / sentiremos Diferente. E Sobre o hip-hop, Respeito Como música, mas de e Um Outro Sentimento. Entao, não, não Acho Que a América Vá Esquecer o blues.    

UM - Eu me interesso Bastante POR História. O Seu pai Nasceu no Mississippi. ELE te Contou Como era viver naqueles tempos de forte racismo, 1950, 1960? Rápido Você enxerga uma música Como grande arma anti-racismo?

JDL - Com certeza a música E UMA das MAIORES, POIs atraves da música rápido Você PODE verbalizar de Formas Diferentes, ideias Diferentes, e Um Veículo Importante.

UM - Um dos Grandes discos da História do Blues FOI O Jimmy Rodgers All-Stars. Rápido Você produziu? Aqui no Brasil fez Muito Sucesso ...

JDL - Eu Não produzi, mas Já fiquei muito feliz de ter participado. Me diverti Demais, Todos Os Músicos Que participaram EO meu pai adorou tocar com Clapton, Jimmy Page, Robert Plant, Taj Mahal, Lowell Fulson, Johnnie Johnson, Carey Bell, etc. Gravamos Muita Coisa boa Que infelizmente Ficou de fora, inclusive com o Pedras Rolando. 








E Mais uma entrevista Dessa lenda Que É Uma simpatia proporcional TAMANHO Ao!



quarta-feira, 30 de julho de 2014

Rio das Ostras Jazz & Blues 2014


A contagem regressiva começou para o início do Rio das Ostras Jazz & Blues Festival. O elenco desse ano tem grandes nomes de diferentes estilos. Alguns shows imperdíveis:

- Carlos Malta e Pife Muderno. Prova o que sempre digo: toda música folk, raiz, é de qualidade, independente do lugar. Um grandíssimo músico que pesquisa e flutua pela rica sonoridade do nordeste. A coisa é boa, muito boa! Apresenta-se na noite de abertura, 8 de agosto (6ª feira).

- Marcus Miller. Nada de show, uma AULA de música! Marcus Miller é um dos maiores baixistas da histórica, tocou jazz (do fusion ao clássico), pop, rock, soul, hip-hop, ópera, tudo. Grande compositor e produtor. É sempre bom ver uma lenda. Não percam, dias 8 e 9 de agosto!

- Pepeu Gomes. O grande azar do Pepeu foi ter nascido no Brasil, se ele fosse americano, mexicano ou até mesmo argentino (!) teria um reconhecimento maior. Ele é um dos grandes guitarristas do rock, mas como por aqui tocar rock é pior do que assaltar... Uma aula de guitarra fusion e swing, sem deixar as farofadas! Dias 8 e 9 de agosto.

- Rick Estrin. Simplesmente o maior nome do blues californiano, ao vivo, incendiando Rio das Ostras com um blues explosivo e dançante. O casamento do jazz e o sol californiano criou o jump blues. Pelo amor de Deus, não deixe de ir! Dias 9 e 10 de agosto.

- Popa Chubby. Um cara gordo, careca e cheio de tatuagens. Não, não é o João Gordo, é um guitarrista que ama Jimi Hendrix! Os paulistas já conferiram o som, mas será a primeira vez em solo fluminense. Rock'n'roll de qualidade nos dias 15 e 16 de agosto.

- HBC Super Trio. Uma paulera formada por Scott Henderson (guitarra), Jeff Berlin (baixo) e Billy Cobham (bateria). Scott Henderson, grande nome da guitarra fusion e blues. Billy Cobham uma lenda que tocou ao lado de Miles Davis. E Jeff Berlin é simplesmente um animal no baixo. Simples. Você é maluco de perder esse show? Dias 16 e 17 de agosto.

- Rockin' Dopsie Jr. & The Zydeco Twisters. Amo esse festival porque sempre descubro bandas boas, Rockin Dopsie é uma dessas! Exemplo da panela cultural que é Nova Orleans. Dias 16 e 17 de agosto.

Ainda, outros nomes que merecem atenção especial, como Adriano Grineberg (piano, blues), Larry McCray (guitarra, blues rock) e Randy Brecker (trompete, jazz). Muita atração de qualidade para os seis dias de evento!