terça-feira, 30 de junho de 2015

sábado, 6 de junho de 2015

Aula bem didática sobre Blues


Vale à pena conferir essa aula de blues ministrada por um especialista, o guitarrista Fernando Noronha. O músico fala sobre  a origem do estilo e ainda manda canções de grandes bluesmen dos diversos sub-estilos. Ótimo vídeo do Cifra Club!



quinta-feira, 4 de junho de 2015

Entrevista Renato Arias


Renato Arias é gaúcho e virou o guru do blues-rock carioca. Produziu André Christóvam, descobriu o Blues Etílicos e o saudoso Big Allambik. Por mais de duas décadas foi dono da Satisfaction Discos, refúgio de roqueiros na cidade que é hoje o túmulo do rock. Gente boa e com bom papo, Renato conversou com o Coluna Blues Rock.


Ugo Medeiros - Como foi o seu primeiro contato com a música, foi através do rock ou do blues?

Renato Arias - Através do rock, o meu irmão mais velho  tocava violão e adorava as bandas clássicas, como Beatles, Stones, Byrds, Yardbirds, etc. Meu primeiro disco foi um compacto dos Beatles com I wanna hold you hands e She loves you. Lembro que o filme Os Reis do Iê Iê Iê me marcou profundamente. Depois, entrei em contato com o blues, primeiramente com o Muddy Waters.

UM - Você foi dono de uma das lojas de disco mais importante do Rio de Janeiro, a Satisfaction. Como ela nasceu? A origem do nome reserva uma história bem curiosa, né?!

RA - Eu era casado e morava em São Paulo há nove anos, sinceramente estava saturado. Mudamos para o Rio de Janeiro e logo liguei para o meu amigo Álvaro, que tinha um restaurante. Ele sempre falava que largaria tudo para trabalhar com música. Fundamos a Satisfaction em 1985, ano do primeiro Rock in Rio. Na verdade, o nome foi uma "vingança". Eu frequentava uma loja em São Paulo chamada Revolution e o cara era um babaca. Se o cara tinha uma loja com nome de canção dos Beatles, batizei a minha com uma dos Rolling Stones! [risos]. O Frejat frequentou, Celso Blues Boy, muitos músicos, nem todos eram famosos. O Ed Motta ia sempre, ele me chamava de "Lenda". O Junior Marvin, guitarrista do Bob Marley passou lá.

UM - Você produziu Blues Etílicos, Big Allambik e André Christovam. Antes disso, como era a cena de blues no Brasil? Você lembra de alguém tocando essa música? Você algum "mestre" na produção ou fui na base da tentativa/erro?

RA -  Até tinham algumas bandas que vez ou outra gravavam um blues, mas não havia uma cena blues. Made in Brazil, Ave de Veludo, e outras até tinham certa influência de blues, mas o primeiro disco concebido como blues, desde a gravação à capa, foi o primeiro do Blues Etílicos, Satisfaction. Tive ajuda de algumas pessoas que já estavam naquele meio, de alguns técnicos de som e de músicos que já tinham alguma experiência em gravação de demos. No rádio fui por mim mesmo com a ajuda de algumas doses de conhaque. [risos]. No começo o programa era gravado, depois foi ao vivo com participação de músicos. Era bem legal!

UM - Por falar em Blues Etílicos, como foi o seu primeiro contato com a banda? Como foi a gravação do primeiro disco?

RA - O primeiro contato foi com o Otávio Rocha, ele tinha uma loja de discos no Flamengo, Caixa de Música. Ele queria comprar a nossa loja (!). Recusamos, claro!, mas ele nos chamou para o show da sua banda. Já era o Blues Etílicos, nessa época ele estava na bateria. Vi que a banda tinha potencial. Junto com um outro amigo bancamos o disco, todo ao vivo gravado em fitas de vídeo. Foram dois dias de gravação. O negócio era tocar, tocar e tocar, o estúdio era em frente à minha casa. Quando escutei as versões  de Dust my broom e Key to the Highway, tive certeza do sucesso. Quando entramos em contato com a extinta rádio Fluminense, ganharam muita projeção. O André Christovam ajudou bastante também. Havia uma casa noturna em São Paulo, Dama Choque, que não queria show do Etílicos. Ele tentou, mas o dono não cedeu. Marcou o seu show (André Christovam Trio) e nesse meio tempo levou a fita à uma rádio paulista de rock, a banda causou boa impressão. Em cima da hora cancelou sua apresentação e o dono foi obrigado a chamar o Blues Etílicos. A previsão era de oitenta pessoa, foram quase mil e quinhentas. 

UM -  E por falar em André Christovam, como foi o seu primeiro contato? Concorda que ele é o bluesman mais importante do Brasil?

RA - Concordo, sem dúvidas! Ele preenche o pacote "Bluesman", tem contatos, participa de workshops, canta, participa de outras bandas. Ele vive da música. A primeira banda dele, Fickle Pickle, teve a melhor cozinha (baixo + bateria) de rock do Brasil. Estudávamos juntos no colégio e nos reencontramos anos depois quando ele tocou com o Blues Etílicos. O representei aqui no Rio de Janeiro. A antiga gravadora Eldorado pediu indicação de bandas, pois ela lançava sempre em duplas (Sepultura + Ratos de Porão), nessa lançou o segundo do Etílicos junto com o primeiro do André, Mandinga. Lembro que o vi compondo Genuíno pedaço do Cristo em um hotel aqui no Rio. Ele é o maior, sim, já tocou com Albert Collins, John Mayall (se não estou enganado) e com o BB King. Aliás, foi graças a ele que conheci o BB King! Por volta de 1989, 90 ou 91, o André foi roadie manager em uma turnê do BB King. No show do Canecão precisou do amplificador do Otávio Rocha. Emprestamos e fomos ao camarim. Sinceramente, não achei que rolaria, estava lotado de globais, todos em cima do BB. Após algumas horas, o coroa nos recebeu e foi super simpático, eu toquei na Lucille! Também devo a ele conhecer o Johnny Winter.

UM - E como foi com o Big Allambik?

RA - Saí do Blues etílicos e fiquei apenas na loja. Os músicos começaram a rondar a Satisfaction. Nessa época o Big Gilson, Ricardo e Beto Werther tinham uma banda de cover de blues-rock, Emoções Baratas. E em Niterói havia outra que esqueci o nome, formada pelo Ugo Perrotta, Victor Gaspar e a vocalista Eulina Rego. Em um determinado momento as duas se juntaram, mas logo tiveram alguns problemas entre os guitarristas (Gilson e Gaspar). Assim nasceu o Big Allambik. Eu já tinha o conhecimento do período com o Etílicos, isso facilitou um pouco. Produzi os dois primeiros discos. Na minha opinião, o terceiro é o melhor da banda.

UM - Você trabalhou com vários músicos, de influências e sonoridades bem distintas. Quais mais te marcaram?

RA - O Otávio Rocha está entre os melhores do mundo no slide, foi autodidata com o slide no dedo. O André é incrível, como disse, o maior bluesman do país. O Flávio é considerado um dos maiores,  o melhor do mundo segundo o Charlie Musselwhite. O Greg Wilson do Etílicos não é um bluesman sob o ponto de vista musical, mas é o típico bluesman doidão, boa praça, é verdadeiro, lembra o jeito do Little Walter. Ele é formado em trompete!

UM - Você também produziu diversos festivais, o último em 2007 no Circo Voador. Olhando para trás, era melhor produzir naqueles tempos ou a tecnologia atual facilitou? Você teve muita dor de cabeça com Circo Voador, lembro dos seus estresses...

RA - A primeira fase do Circo Voador tinha lá os seus problemas, mas, bem ou mal, permitiam o funcionamento das diferentes produções. O fato de termos o apoio da Fluminense, dava um respaldo interessante. Atualmente é foda. Duvido que você saiba quem tocou ontem ou tocará hoje à noite. Porra, me sacanearam em 2007, colocaram mesas na pista, isso sem falar no esquema de ingressos! [Isso comprovado por este editor. O ingressos custavam algo em torno de R$30. Como a bilheteria era da produção, os próprios caixas desviavam, vendiam por R$5 ou R$10 e embolsavam]. O Circo pode passar o ano todo fechado e ainda assim terá lucro! É muito difícil. Pode parecer estranho, mas a coisa do email piorou a vida dos produtores, antes o cara lia (ou fingia) o projeto na sua frente, hoje o cara simplesmente deleta o email. Claro, para quem já tinha um público certo e uma estabilidade, tanta tecnologia ajudou, caso do Caetano que ganhou ainda mais. Com a rádio ainda éramos recebidos pelos jornalistas, conseguimos uma página inteira sobre o Água Mineral do Etílicos.

UM - Como foi assistir a um show do Stevie Ray Vaughan?

RA - Foi em São Francisco, minha cunhada morava lá. Fui para comprar vinis e material de música em geral. Eu tinha acabado de comprar um vinil dele, quando escutei aquele som pensei que fosse um artista dos anos 1970, mas, não!, era de 86! Por sorte, abri o jornal e vi que ele tocaria em um arena. Era linda, com um gramado em volta, estilo piquenique. Teve participação da Bonnie Ratt, era um show da turnê do Live Alive. Foi incrível!

UM - Infelizmente, a mídia não abre espaço para o blues. Os músicos do blues deixam os roqueiros brasileiros no chinelo, né?

RA - É difícil. As vendas na Eldorado eram boas, Água Mineral igualou as vendas de Manuel, do Ed Motta, pela Warner. Os músicos de blues são de lua, mas quando querem colocam fogo no palco. Um guitarrista me disse certa vez que as bandas de rock têm medo de subir ao palco após um show de blues.


Blues night no Saloon!




quarta-feira, 3 de junho de 2015

domingo, 31 de maio de 2015

Olho neles: General Blues


Boa banda de blues de Franca-SP liderada pela cantora Rachel Maia. Vale à pena conferir!



quinta-feira, 21 de maio de 2015

Portu-ingRês. Ou: O Google cagou o blog


Amigos leitores do Coluna Blues Rock,


Alguns notaram que em algumas publicações há termos como "Blues" que estão traduzidos no sentido literal, no caso, "Azuis". Após um imenso de trabalho de tradução para transformar em um blog bilíngue, o Google modificou automaticamente os textos sem a minha autorização. Infelizmente, o blog estará suscetível à essa trapalhada cibernética. A todos, peço desculpas. 

domingo, 5 de abril de 2015

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Kiko Loureiro: novo guitarrista do Megadeth. E o Brasil com isso?


Por Roberto Muñoz

Trinta anos depois, a galera roqueira que curte heavy metal desde o seu nascedouro, nos anos 80, pode festejar em altos brados: “A vitória tarda, mas não falha!” Como assim? Só quem foi fã de heavy metal nesta década no Brasil sabe o quanto a mídia local denegriu o gênero musical. Mídia que inventou até um nome para rotular os adeptos do rock pesado: “metaleiro”...

Eu me lembro, eu fui no primeiro “Rock in Rio”, eu via as pessoas nos olhando com cara de deboche, sarcásticos, isto quando não eram agressivos. Eu me lembro das incontáveis vezes que a polícia via um cabeludo na rua e já botava na parede. Hoje, isto pode parecer estranho, já que está tudo massificado, tempo onde basta usar uma guitarra e ter mil tatuagens que a banda é considerada “rock”. Mas na época, anos 80, tinha que ser muito macho pra ser roqueiro.

O primeiro “Rock in Rio” teve a nata do heavy mundial – claro, faltou o Def Leppard, mas o Whitesnake deu conta do recado. Por outro lado, cabe a dúvida: como um festival de Rock tem como atração alguém que participou da passeata contra a guitarra elétrica nos anos 60 como o sr Gilberto Gil? Vergonhoso assistir o sr Herbert Vianna ridicularizar no palco, ou em entrevistas, o heavy metal e os seus fãs. Assombroso assistir na TV os repórteres da Rede Globo visitando a casa de um “metaleiro” para o público ver como era. Ou seja, nos transformaram em ETs de cabelos compridos. A imprensa nativa, com pouquíssimo conhecimento de causa, alertava o público para as loucuras demoníacas de Ozzy Osbourne, do Iron Maiden. A gente assistia aquilo e não acreditava.

Na verdade, o heavy metal foi o grande diferencial dos anos 80 no mundo. Isso era novo! Isso era radical! E no Brasil o pessoal da área estava ligado, e tentava fazer a sua parte, apesar das enormes dificuldades. Existiam várias bandas competentes – Overdose, Azul Limão, Dorsal Atlântica, Taurus, Astaroth, Valhala, Zona Abissal, entre muitos outras. Não, o Sepultura não era o bolo da cereja, afinal, Motorhead e Slayer já tinham elevado ao máximo tal possibilidade no estilo. Mas a juventude brasileira não quis saber da legítima virilidade musical do heavy metal, e preferiu a Blitz e o estilo de vida “Menino do Rio”, filme nativo de 1981. Aí foram enfraquecidas todas as possibilidades do heavy ter espaço no cenário brasileiro. Espaço, vale
lembrar, sempre aberto para o samba, entretanto, quase nunca para o blues, para citar outro tipo de música absurdamente deixada de lado nos trópicos.

A vitória de Kiko Loureiro é a vitória de toda uma geração, roqueira, fiel às bandas preferidas, e que dava o sangue para existir de maneira honrada, mesmo que para isso tivesse que ficar na clandestinidade. Após o cinismo dos anos 90, onde Oasis, U2 e Red Hot Chili Peppers eram consideradas bandas de rock e quando o Metallica mostrou-se um equívoco, nos defrontamos no novo século com a desintegração do rock, fato escancarado com maestria no último “Festival Lollapalooza” ocorrido no final do mês passado no Brasil. Mas a galera heavy nada tem a com este tipo de coisas. Long Live Heavy Metal!

Roberto Muñoz, escritor.
http://robertomunoz.blogspot.com.br

sábado, 28 de março de 2015

Fiz um cocô mole com pedacinhos de milho



A televisão estava ligada, imperava aquela leseira pós-almoço de sábado, nada para fazer. Quando me toquei, minha cueca estava toda borrada de cocô, daqueles com pedacinho de milho, meio líquido  que escorre caldinho pela perna. O cheiro azedo chegou até a esposa, que rapidamente veio me acudir. Afinal, ela foi a responsável pela refeição e, como é gestante, havia o medo dela sofrer dessa infelicidade súbita.

A salada era fresca e a torta de frango, ainda que congelada, estava na validade. Um sussurro desafinado, na verdade, mais parecido com um cabrito sob tortura. Claro! A origem daquele revertério intestinal era da televisão, o Multishow transmitia o Lollapalooza e a tal Banda do Mar entoava seus mantras paumolengas. Maldito Marcelo Camelo e o LooserManos way of life.

O sempre ácido Régis Tadeu, crítico musical dos bons, escreveu há um tempo o quanto devastador a banda carioca fora para o rock nacional. Ele tem toda razão. Se Ana Júlia já era um chiclete sabor atum, o que veio depois foi uma pretensiosa ideia de que meia dúzia de páginas mal lidas acrescentadas a Beatles resultaria em um rock avan-garde.

Pobre Los Hermanos e seus fãs acéfalos. Uma bandinha abaixo da mediocridade, com toques de uma intelectualidade fundo de quintal e de uma estética metida (e iludida) a vintage. Bobo, sem tesão. Nesse mise-en-scène, apareceu uma menina de quinze anos, uma galetinha sem voz, inexpressiva (coerentemente prestando honrarias à Joan Baez, uma verdadeira MALA!). Logo incorporada ao marasmo artístico, vestimentas na tendência cool e guitarra a mão com cara de plástico. Senhoras e senhores, Mallu Magalhaães, aquela que parece com o nada e lembra ninguém.

Porra, o que é essa Banda do Mar senão a prova incontestável de que o rock nacional precisa urgentemente de uma cartela de Viagra direto na veia?

"Eles não têm nenhuma presença de palco", disse minha esposa. Ela foi bem bondosa, eles não têm presença de palco, não têm sangue, não têm uma proposta musical. E, por favor!, não me venham com a retórica de boteco "a proposta é não ter proposta". Digo, a música deles é como um barco à deriva em um mar sem onda, sem vento, mas com um enjoo permanente. 

Esse estilo pau mole, meio blasé, meio intelectual é a semente que deu origem a frutos putrefatos, bandas que já nascem cansadas. Eis a prova, semana passada recebi um email com endereço "LosHermanosRevisitado", de um grupo novo. A tragédia non-sense abaixo:





Entende? A herança musical de Los Hermanos, Marcelo Camelo e "Banda da Praia" é toda uma geração de bandas que se considera os trovadores da cultura pós-moderna. Balela, tudo gosma da mesma punheta mal batida.

A Banda do Mar, e seu público mongolóide, é como um artista que em plena National Gallery de Londres expõe uma privada com doce de leite e pedaços de parafuso. O que é aquilo senão um grande lixo? Cocô sempre será cocô, mesmo em um país em que a Blitz é considerada rock.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Vídeo exclusivo: Entrevista Cristiano Crochemore


O Coluna Blues Rock traz uma entrevista com a maior revelação do blues-rock nacional, Cristiano Crochemore. O gaúcho radicado no Rio de janeiro fala sobre o início de carreira na banda Garotos da Rua, sobre os dois discos solo e o futuro da carreira. 

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Coluna Blues Rock brings an interview with the greatest brazilian blues-rock revelation, Cristiano Crochemore. The gaúcho who lives in Rio de Janeiro, talks about the early career in the band Garotos da Rua, about his two solo album and the future career.


#Cristiano Crochemore  #BluesRock  #FreemanBlues  #PlayItAgain





domingo, 21 de setembro de 2014

domingo, 14 de setembro de 2014

Vídeo exclusivo: Entrevista Sergio Hinds


Entrevista com uma figura histórica do rock nacional, Sergio Hinds, líder do O Terço. O músico fala sobre a cena musical brasileira nos anos 1969 e 1970, a formação da banda, sobre os melhores discos, a relação com Sá e Guarabira e muito mais. Lembrando que dia 2 de outubro Sergio Hinds se apresentará no Teatro Rival (Rio de Janeiro).

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Interview with Sergio Hinds, a legend rock/prog brazilian musician. He talks about the brazilian scene during the 60's and 70's, talks about the band, the greatest albuns and much more!


#ColunaBluesRock #SergioHinds #OTerço #Progrock #RockNacional #CriaturasDaNoite





segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Entrevista Mark Hummel


Representante legítimo do West Coast Blues, Influenciado pelo Clima Quente, Mark Hummel e Um dos Grandes gaitistas da atualidade. Tocou com Lowell Fulson, Charles Musselwhite, Charles Brown e muitos Outros. Fundou o blues sobreviventes e Recentemente ganhou hum grammy cabelo Seu Projeto Golden State. 

Ugo Medeiros - Como foi o Seu Primeiro Contato com a música? 

Ouça Hummel - Acho Que foi atraves dos filmes do Elvis. Começou com o Blues? Eu entrei na onda fazer azuis Por Causa de bandas de blues-rock Durante o ensino médio: Hendrix, Cream, Big Brother & amp; A Companhia Holding. Entao eu percebi Que o Nome do Willie Dixon estava EM VARIAS musicas. Discotecas Comprei ENTÃO fazer Dixon, Depois do Elmore James, Muddy, Sonny Boy, BB King, Brownie & amp; Sonny e vai por ai. Logo em SEGUIDA Parei de comprar e escutar rock / blues.

UM - O Seu som TEM Muito swing, ISSO Acontece Por Que rápido Você sempre escutou Músicos Como Charles Brown e Louis Jordan?

MH - FOI POR ISSO e also Porque em São Francisco / Oakland uma cena de Blues era Mais influenciada POR Charles Brown, Lowell Fulson, Jimmy McCracklin, Louis Jordan, Percy Mayfield, Guitar Slim, Ray Charles. Ou SEJA, artistas that tocavam o piano e guitarras com Instrumentos de sopro. A gaita NÃO aparecia tanto não há Costa Oeste dos azuis (azuis da Califórnia), especialmente nsa Clubes de Blues da periferia. Todos gostavam de Jr. Parker, Jimmy Reed, Sonny Boy Williamson & amp; Little Walter POIs o som estava DELES NAS rádios. Além de that, o publico Pará o qua não tocávamos inicio dos ano 70, em Clubes de blues de Negros, vinham de Louisiana e do Texas. Já ERAM FAS de blues. Rápido Você tinha that tocar musicas de todo Mundo do R & amp; B.

UM - O azuis Nasceu no Mississippi em Meio Ao racismo, com Aquele Sentimento de tristeza. Como o de blues se Tornou hum bom estilo Pará dançar e comemorar? 

MH - Sempre foi Uma Música para dançar, desde Que Haja "espeluncas" como PESSOAS dançarão com S azuis!

UM - rápido Você poderia explicar como Diferenças entre uma gaita diatônica eA cromática?

MH - São Dois Instrumentos Diferentes Como Duas Escalas Diferentes. A cromática TEM Todas As notas Por Causa fazer slide. Na diatônica rápido Você tem that dobrar como notas com a Língua Para Obter a Maior Parte das notas. Dois filhos Bastante Diferentes TAMBÉM.

UM - Você esta na estrada desde OS ano 1970 e Já Tocou com Grandes Nomes, Como Lowell Fulson, Brownie McGhee e Jimmy Rogers. Rápido Você poderia Falar Sobre ESSA Experiência?

MH - Eu aprendi in Lições de vida com Todos aqueles bluesmen das Antigas that toquei! ESSES caras viveram Muita Coisa na música. A Minha Geração e A Última a ter Aquela Experiência. Eu TAMBÉM toquei com Eddie Taylor, Luther Tucker, Charles Brown, Jimmy McCracklin. E gaitistas de Todos os vivos POS 1990, Como James Cotton, Charles Musselwhite (com quem de toquei em 1980), Carey Bell, Snooky Pryor, preguiçoso Lester & amp; Billy Boy Arnold (sos Dois, considero Bons Amigos), Sam Myers, etc. E, TAMBÉM, com boa Parte dos da Minha Geração: Rick Estrin, Rod Piazza, Paul Oscher, Kim Field, Bill Clarke, Magic Dick, Jerry Portnoy e Lee Oscar.

UM - rápido Você começou com o The Blues sobreviventes em 1977. Como rápido Você conheceu aqueles Músicos?

MH - Eu conheci o Johnny Sandifer, also Conhecido como Johnny Waters, em Oakland em nenhuma de Eli 1975. entao começamos com Waters e JJ Jones, batizamos de The Blues sobreviventes. O JJ Saiu Alguns meses e logotipo Entrou hum amigo do Johnny, Sonny Lane, Que assumiu a guitarra. O johnny also Mandava na guitarra, mas era ELE hum grandissimo vocalista de blues de Jackson (Mississippi). O Nós éramos um Única banda de Chicago azuis em Oakland Entre 1977 e 1981. Eu fiquei com o Nome da banda DEPOIS that they Sairam.

UM - No Começo da Carreira SUA o Charlie Musselwhite te ajudou de para Conseguir Alguns espetáculos, né? Rápido Você poderia Falar Sobre o Relacionamento com ELE? Rápido Você acha Que ELE É O Maior gaitista da atualidade?

MH - Certamente, ELE É O gaitista Mais populares fazer azuis na atualidade. Eu o conheci em 1978, ano meu Vizinho Tim Kuihatsu Tocou guitarra com o Charlie de Durante Alguns. Eu Posso ter Sido apresentado Pelo meu amigo Dave Earl? ISSO FOI há muitos anos, mas nsa tornamos amigos. Eventualmente, UNS marcaram mostra DELE COM A Minha banda Como Apoio, Por volta de 1984-1986. UE participei de varias Apresentações ASSIM de Diferentes artistas, Como Lowell, Brownie, Mexilhão, Eddie Taylor, Jimmy Rogers, etc. Eu trabalhava EM Pequenas Turnes COM ELES, era A Minha Oportunidade de tocar EM LUGARES MAIORES. Além, E claro, de trabalhar Há com Os Meus ídolos.

UM - rápido Você poderia Falar Sobre o Seu Outro Projeto, Golden State? Rápido Você toca com o pequeno Charlie Baty, Uma lenda fazer azuis ...

MH - E com o Anson Funderburgh, Outra lenda do texas, Mais o RW Grigsby e Wes Starr, com quem de eu toco desde o ensino médio em Roma (Geórgia). Sem sombra de Dúvidas, E A Melhor Banda de Blues por ai!

UM - rápido Você Participou fazer "Lembrando Little Walter", um excelente Tributo ao mestre da gaita. Como Nasceu este Projeto?

MH - Eu produzi, mixei e toquei no Projeto. Nomeados NOS fomos AO Grammy e ganhamos Dois azuis Music Awards em Memphis (disco Melhor de azuis e Melhor disco de Blues tradicionais). Eu ajudei a todos com a Seleção material de fazer, coloquei uma junta banda e arrumei o gravar parágrafo local (Anthology em San Diego, Califórnia). Eu sou um grandissimo fà fazer Little Walter. O Nós tínhamos Feito Antes Uma turnê de onze meses com uma banda eA Maior Parte dos Músicos do CD. NOS quisemos colocar nenhum disco Tudo O Que tivemos Durante a turnê, POIs foi divertido Muito. Curtis Salgado estava, originalmente, na turnê, mas Bruce Igulaur autorizou Que ELE APENAS gravasse Uma Faixa, POR ISSO substituímos o cabelo James Harman. O Curtis Ficou decepcionado, POIs ELE quería Muito ter participado das Gravações, principalmente DEPOIS da nomeação Ao Grammy!

UM - O Jazz TAMBÉM TEM Tradição na gaita, mas eu ACHO that S azuis permite MAIS solos. Rápido Você concorda?

MH - O Jazz TAMBÉM TEM tanto Espaço solo para, Mas Nenhuma azuis e Mais Associado Ao solo de gaita da. Antigamente, gaitistas Os Mais famosos ERAM fazer jazz, nos ano 1930 e 1940. O Little Walter foi o cara Que juntou o azuis eA gaita, amplificando-os.

UM - muitos NOS TEMOS Iniciantes No Blues de blog here Nesse. Voce poderia INDICAR OS discotecas Essenciais fazer azuis?

MH - Muddy Waters NA Época da Chess, Little Walter, Sonny Boy 1 (John Lee Williamson), Sonny Boy Williamson 2 (Rice Miller), BB King no Período da Corvo Registros UO da RPM, Lowell Fulson, Jimmy Reed, Otis Rush, Lonnie Johnson, Tampa vermelho, Big Bill Broonzy, Big Maceo, Elmore James, Earl Hooker, John Lee Hooker na Vee Jay Records, Charles Brown, Johnny Guitar Watson na RPM, Big Walter Horton, Johnny Shines.

UM - Atualmente, o Brasil TEM Uma Geração de azuis Bem interessante. Rápido Você concorda?

MH - Já Faz hum bom ritmo desde Que Eu fui aí, mas me parece Que É Um país com Muito Interesse Pela gaita.




***

Entrevista com Mark Hummel

Um representante real da West Coast Blues, influenciado pelo tempo quente, Mark Hummel é um dos maiores gaitistas de hoje. Ele tocou com Lowell Fulson, Charles Brown, Charles Musselwhite e muitos outros. Ele fundou The Blues sobreviventes e, recentemente, ganhou um Grammy por seu projeto Golden State.

Ugo Medeiros - Como foi seu primeiro contato com a música?

Mark HummelEu acho que Elvis nos filmes? Mais tarde, os Beatles. Ele implorando com os azuis? Entrei em azuis através rock / blues no ensino médio: Hendrix, Cream, Big Brother & amp; . Controladora  Então eu notei o nome de Willie Dixon em um monte de músicas comprei um LP por Dixon, em seguida, Elmore James, Muddy, Sonny Boy, BB King, Brownie & amp; Sonny & amp; assim por diante . Logo eu parei de comprar & amp; ouvindo rock / blues.

UM O seu som tinha um monte de swing, isso é porque você ouviu artistas como Charles Brown e Louis Jordan?

MHFoi mais que a influência na cena de blues do SF-Oakland foi muito mais influenciado por Charles Brown, Lowell Fulson, Jimmy McCracklin, Louis Jordan, Percy Mayfield, Guitar Slim, Ray Charles - todos mais piano, guitarra coisas com chifres. Harmonica não figura proeminente na West Coast Blues, especialmente no gueto clubes de blues. Mas todo mundo amou Jr. Parker, Jimmy Reed, Sonny Boy Williamson & amp; Little Walter  por causa de seus sucessos no rádio, mais a maioria das pessoas que tocamos no início dos anos 70 nos azuis pretas articulações eram de Louisiana & amp; Texas- por isso harpa tinha alguns fãs . Você tinha que tocar músicas de todos na R & amp; B!

UM blues nasceu em Mississippi no meio do racismo, com estes triste sentimento. Como azuis tornou-se um estilo que é ótimo para dançar e celebrar

MH - Era sempre dançar music- enquanto havia juke articulações pessoas dançaram ao blues!

UM - O senhor pode explicar as diferenças entre gaita diatônica e cromática?

MH - dois instrumentos diferentes, com duas escalas diferentes mais cromática tem todas as notas sobre ele por causa do slide. Em uma diatônica você tem que dobrar notas com a língua para obter a maior parte das notas. Dois sons muito diferentes também.

UM - Você está na estrada desde os anos 70 e tocou com grandes nomes, como Lowell Fulson, Brownie McGhee e Jimmy Rodgers. Você pode falar sobre a experiência?

MH - Eu aprendi lições de vida de todos os veteranos que joguei com! História da música tanto esses caras viveram. A minha geração é a última a ter essa experiência. Eu também tenho que jogar com Eddie Taylor, Luther Tucker, Charles Brown, Jimmy McCracklin & amp; cada grande ícone harpa vivo após 1990-Cotton, Musselwhite (que eu comecei trabalhando com em 1980), Carey Bell, Snooky Pryor, preguiçoso Lester & amp; Billy Boy Arnold (que eu tanto consideram bons amigos), Sam Myers, etcetera. Também a maioria dos contemporâneos-Estrin, Rod, Kim, Oscher, Delay, Bill Clarke, Magic Dick, Portnoy, Lee Oscar da minha geração.

UM - Você começou com The Blues sobreviventes em 1977. Você pode falar como você conheceu os músicos? 

MH - Eu conheci Johnny Sandifer aka Johnny Waters em Eli de em Oakland em 75, então começamos uma banda com Waters & amp; JJ Jones chamado The Blues sobreviventes. JJ sair um par de meses mais tarde, & amp; Amigo de Johnny Sonny pista assumiu a guitarra local- Johnny jogou boa guitarra também, mas era um cantor de blues de profundidade, a partir de Jackson, MS. Tivemos a única Chicago Blues Band em Oakland 1977-1981. Eu mantive o nome depois que seguiu em frente.

UM - No início, Chalie Musselwhite ajudou um pouco com alguns shows, certo? Você pode falar sobre seu relacionamento? Você acha que o seu harmónico # 1 nos dias de hoje?

MH - Ele é certamente um dos mais populares nos azuis agora. Eu conheci Musselwhite em 1978. Meu vizinho Tim Kuihatsu tocou guitarra com Charlie durante esses anos. I pode ter sido introduzida pelo meu amigo Dave Earl? É muito tempo atrás, mas nos tornamos amigos & amp; Eu finalmente começou reserva alguns shows para Charlie com a minha banda apoiá-lo em torno de 1984-1986. Eu fiz um monte de pacotes com diferentes artistas como Lowell, Brownie, Mexilhão, Eddie Taylor, Jimmy Rogers, etc. Gostaria de trabalhar passeios curtos com eles & amp; ele me pegou em lugares maiores & amp; a oportunidade de trabalhar com os meus ídolos.

UM - Você pode falar sobre o seu outro projeto, Golden State /? Você joga com Little Charlie Baty, um bluesman lendário ...

MH . - E Anson Funderburgh, outra lenda do Tx, mais RW Grigsby & amp; Wes Starr, que já tocam juntos desde o colégio, em Roma, GA. É, sem dúvida, os melhores Blues banda lá fora !!

UM - Você tinha participado em ~Remembering Pouco Walter~, um tributo ao mestre excelent gaita. Você poderia falar como o projeto nasceu?

MH - I produzido, misturado & amp; desempenhado no projeto. Fomos nomeados para um Grammy, ganhou dois azuis Music Awards, em Memphis (para Melhor CD & amp; azuis azuis CD tradicional). Ajudei todos seleto material, juntou a banda & amp; arranjado o local para gravá-la in- Anthology em San Diego, CA. Eu sou um grande fã de Little Walter & amp; havíamos feito um passeio 11 meses antes com a banda & amp; a maioria dos artistas sobre o cd. Nós ALL queria colocá-lo para fora em disco porque o passeio foi tão divertido. Curtis Salgado era originalmente sobre o passeio, mas Bruce Igulaur não deixou Curtis fazer o registro com mais de uma melodia por isso temos James Harman para substituir Curt. Curtis estava muito decepcionado que ele não era capaz de estar nele, especialmente quando obteve o assentimento Grammy !!

UM - Jazz tem também uma tradição na harmônica, mas acho que os azuis permite mais solos harmônicas. Você concorda?  

MH - Jazz tem apenas como muitas aberturas para solos de gaita de blues, mas está mais associada com harpa. Ao mesmo tempo gaitistas mais famosos eram caras jazz em 30s & amp; 40 anos. Little Walter é o cara que trouxe azuis & amp; harp juntos por sua amplificação.

UM - Nós temos um monte de azuis iniciantes neste blog. Que você possa indicar alguns Essencials discos de blues?

MH - Muddy Waters em Chess, Little Walter, Sonny Boy 1 (John Lee Williamson), Sonny Boy Williamson 2 (Rice Miller), BB King em Crown ou RPM, Lowell Fulson, Jimmy Reed, Otis Rush, Lonnie Johnson, Tampa Red, Bill Broonzy grande, Big Maceo, Elmore James, Earl Hooker, John Lee Hooker em Vee Jay, Charles Brown, Johnny Guitar Watson em RPM, grande Walter Horton, Johnny Shines, 

UM - Hoje em dia, o Brasil tem uma nova geração de blues interessado. Você concorda?

MH - Já faz um tempo desde que eu estive lá, mas parece ser um país interessado gaita muito azuis



sábado, 30 de agosto de 2014

Vídeo exclusivo: Entrevista Larry Williams


Ele teve formação em música clássica, teve uma banda de jazz-rock (Seawind), ama james Brown, foi pupilo do Quincy Jones, e produziu ninguém menos que Michael Jackson, ama a música brasileira e passou pelo Festival de Rio das Ostras integrando a banda de Al Jarreau. Senhoras e Senhores, Mr. Larry Williams!

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He has a classical music formation, had a jazz-rock (Seawind), loves James Brown, was a pupil of Quincy Jones, and produced none other than Michael Jackson. He loves Brazilian music and passed by Rio das Ostras Jazz & Blues Festival on Al Jarreau's band. Ladies and Gentlemen, Mr. Larry Williams!


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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Vídeo exclusivo: Entrevista Popa Chubby



Um bate-papo bem descontraído com o peso pesado do blues, Popa Chubby. O nova iorquino fala sobre as influências de Jimi Hendrix na sua vida, seu amor pelo punk e da época que foi roadie da banda Bad Brains, uma das mais importantes na história do punk-rock. IMPERDÍVEL!

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A very relaxed chat with the heavy weight of blues, Popa Chubby. The New Yorker talks about the influences of Jimi Hendrix on his life, his love for punk and  the season he was Bad Brains roadie, one of the most important in the history of punk rock. A must see!


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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Vídeo exclusivo: Especial New Orleans



Documentário especial sobre a cultural da cidade de New Orleans e toda a região da Louisiana. Uma investigação musical sobre a segunda cidade que mais recebeu imigrantes nos Estados Unidos. A cidade em que nasceu o jazz, o zydeco, respira festa e tradição culinária. Um vídeo para alegrar a alma!

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Special documentary about the culture of New Orleans city and the entire region of Louisiana. A musical investigation into the second city that received the most immigrants in the United States. A city where jazz was born, the zydeco, breathes party and has a strong culinary tradition. A video to cheer your soul!

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